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Morcego é uma brincadeira do povo baniwa pratidacados pelos nossos antepassados nas reuniões, nas  festas tradicional. É uma brincadeiras simples, pode ser praticados pelos jovens, adultos, e também pelas crianças, precisa de cinco ou mais pessoas.

É duas pessoas ficam sentados, um cozinheiro e outros para carregar as lenhas, outros ficam como morcegos. Depois que os dois sentam, os morcegos começam entrar trazendo algumas coisas para cozinheiro. Depois de cozinhar, o cozinheiro sirva a comida.

A brincadeira dura cinco minutos ou mais, depende quantidade dos morcegos. Depois de comer, formam fila e começam sair.

A brincadeira pode ser realizada dentro de um salão. E em qualquer pátio da comunidade.

 HISTORIA DO MORCEGO

Na historia conta que os morcego trazem ucuqui  para duas pessoas. Ao duas preparam os ucuqui, fazendo mingau bem gostoso. Cozinham e depois esfriam,  em seguida é oferecido para os morcegos.

Ao terminar de beber os morcegos espalham escondendo. Na brincadeira duas meninas ou meninos representam as duas pessoas.

Os dois fingem fazendo mingau cozinhe e esfria e logo oferecem aos morcegos que soa as crianças. Depois de beber, todas as crianças se espalham se escondendo.

DOOPO ITOPIKA (DOOPO=CALANGO, ITOPIKA= BRINCAR), SERIA JODO DE CALANGO)

antigamente os nossos antepassados ensinam, os filhos com as própria brincadeira que eles sabiam, por que naquela época não existiam nenhum tipos de brincadeira como hoje.

Doopo itopika é uma brincadeira especifico para as crianças de menor idade, é brincado do pátio. Junta as crianças em forma de roda e pega nas mãos dos colegas, um menino reserva que fica sentado no meio da roda, e os colegas começam a cantar. Açaí corawata teyoyo, patauá corawata teyoyo, pupunha carowata teyoyo.

Eles param de cantar e um deles perguntar ao menino do meio.

-o que você quer comer?

Esse menino responde;

Quero comer tal coisa.

Por isso, ante eles deve ser juntado as frutas  para dar à ele comer, todos os menos perguntam a ele. Assim que a roda termina, acaba a brincadeira.

DANÇA DE JABUTI

 A dança de jabuti era utilizados pelo nosso antepassados , até agora quase não existe mais.

Esse tipo de dança era praticado depois de dabucuri, depois da  dança que chamamos de “podaali”que quando as pessoas de outras comunidade oferecem qualquer coisas à comunidade que está em festa.

É precisa: uma pessoa para tocar a casca de jabuti, esse tocador pode ficar em frente dos dançarinos.  Essa dança pode ter mais ou menos de dez pessoas. Que são compostos de homem e mulher, organizado, homem em frente, depois vem a mulher, assim por diante, deve ser realizado no pátio da comunidade ou na maloca. A dança pode demorar Maximo 15  minutos, Maximo de 10 voltas.

Cabeça de veado.

A cabeça de veado é uma brincadeira, as pessoas brincam da seguinte maneira; formam duas filas aproximadamente 10 ou mais pessoas, uma pessoa vai lá enfrente, que toca a cabeça de veado, quando ele assopra, os amigos, os que estão na fila levanta os pés.

A outra fila  entra no  outro lado e a outra fila entra de outro, e vai caminhando dentro da casa e as duas filas se encontram e as pessoas voltam para trás, como caranguejo, assim vai pó diante e acaba a dança.

   

MANEJO DE PESCA NO RIO IÇANA


Os rios, lagos e igarapés são muito importantes para quem mora nas suas margens. Afinal, daí que sai os peixes, a maior fonte de alimentos para os baniwa, ou seja, povos do rio içana e também e também gera a renda para os ribeirinhos. Por isso, é preciso cuidar bem esse recurso que a natureza nos oferece de graça.


Manejar a pesca significa controlar a captura para que os peixes continuem se reproduzindo e se mantenham estáveis em quantidade e tamanho. Assim, as comunidades de pescadores vão ter peixes por mais tempo e não só em período curto.


POR QUE PESCA DEVE SER CONTROLADA?


Porque se p pessoal continuar pescando sem preservar a alguns lugares e sem deixar uma população de peixes suficiente para a reprodução, os estuques vão diminuindo cada vez mais e podem até acabar. E aí, todos irão perder os seus recursos: principalmente as comunidades de pescadores não terão mais peixes para alimentar suas famílias e nem para vender e garantir a sua sustentabilidade.


 


 

A educação tradicional baniwa aconteça através de ver ouvir praticar, com pai, mãe, tio, tia irmãos mais velhos e com os também amigos, amigas da mesma aldeias ou  da outra aldeia. As crianças vão aprendendo. A educação mais formal é dada pelo pai e avós paternos, os conselhos educativos dada para as crianças no ambiente do dia-a- dia, ou nas atividades cotidianas na roça, plantio da roça, na pesca e outras. O ainda em uma cerimônia. Ao jovem passam os dias ou semana dependendo dos formandos que e seu treinador, que eles ficam em jejum. Neste período os velhos usam sua sabedoria e inteligência repassando tudo o que tens para ensinar o jovem a serem bons cidadão baniwa ensino a respeito do mundo dos relacionamentos humanos. a partir desse período a pessoa sai demonstrando seus dons e aptidão ao tipo de trabalho que se dedicar e para responsabilidade que poderá ter perante seu povo quando se tornar adulto.

 

 

A região da bacia do Içana e seus afluente vem há muito tempo sendo localizada pelos diversos de tipos  afluentes de expansão da sociedade não-indio que traziam a desarticulação entre os comunidade nativas. Disse  região seus habitantes.

A partir da fundação da organização associações indigenas que o objetivo de conscientizar os seus povos contra a dominação, assim como estudar e discutir alternativa para resolver problema é que voltou acontecer essa integração crescente entre as comunidades.

Todo esse movimento foi através da articulação, reuniões, assembléias, encontro e cursos especifico na área de saúde e educação.

Isso é que desse espaço e oportunidade para discutir e para que as comunidades pudessem conhecer reivindicas seus diretos e elaborar projetos. Um desse projeto que é muito importante realidade dos povos das aldeias, bem diferente do que acostumamos. O conhecer a escola que existe sua comunidade hoje em dia. Como que foi discutido por nós de encontro de educação a escola indígena Baniwa e coripaco deverá formar para  a vida.

O nosso projeto é envia por FOIRN e ISA no ano de 1997, foi finalmente aprovada.  Para agilizarmos os seus andamento conforme interesse do povo logo que foi aprovado previmos em trabalho “mobilização da EIBC” que compreendeu em duas fases: êxodo rural indígena.

Êxodo indígena é entendido como saída dos membros da comunidade para as cidades e redondeza, procura que a melhoria de vida, tanto econômico, quanto cultura e  política, foram identificada como principais do êxodo indigenas ou falta de assistência nas comunidades nas área de educação, saúde falta de setor de venda de produto e compra de mercadoria necessário. Foram também identificando os problemas e prejuízo que a cidade traz; desprezo de identidade de vida ao conhecimento dos direitos legais, alcoolismos, prostituição, vícios e outras coisas como usam de drogas.

Por todo disso a escola revê que trabalhar para formar pessoas capazes de outros sustentar-se oferecendo formação adequada para vida das pessoas e assim diminuir o êxodo rural indígena e trazer soluções uma vida melhor nas comunidades.

A região da bacia do Içana e seus afluente vem há muito tempo sendo localizada pelos diversos de tipos  afluentes de expansão da sociedade não-indio que traziam a desarticulação entre os comunidade nativas. Disse  região seus habitantes.

A partir da fundação da organização associações indigenas que o objetivo de conscientizar os seus povos contra a dominação, assim como estudar e discutir alternativa para resolver problema é que voltou acontecer essa integração crescente entre as comunidades.

Todo esse movimento foi através da articulação, reuniões, assembléias, encontro e cursos especifico na área de saúde e educação.

Isso é que desse espaço e oportunidade para discutir e para que as comunidades pudessem conhecer reivindicas seus diretos e elaborar projetos. Um desse projeto que é muito importante realidade dos povos das aldeias, bem diferente do que acostumamos. O conhecer a escola que existe sua comunidade hoje em dia. Como que foi discutido por nós de encontro de educação a escola indígena Baniwa e coripaco deverá formar para  a vida.

O nosso projeto é envia por FOIRN e ISA no ano de 1997, foi finalmente aprovada.  Para agilizarmos os seus andamento conforme interesse do povo logo que foi aprovado previmos em trabalho “mobilização da EIBC” que compreendeu em duas fases: êxodo rural indígena.

Êxodo indígena é entendido como saída dos membros da comunidade para as cidades e redondeza, procura que a melhoria de vida, tanto econômico, quanto cultura e  política, foram identificada como principais do êxodo indigenas ou falta de assistência nas comunidades nas área de educação, saúde falta de setor de venda de produto e compra de mercadoria necessário. Foram também identificando os problemas e prejuízo que a cidade traz; desprezo de identidade de vida ao conhecimento dos direitos legais, alcoolismos, prostituição, vícios e outras coisas como usam de drogas.

Por todo disso a escola revê que trabalhar para formar pessoas capazes de outros sustentar-se oferecendo formação adequada para vida das pessoas e assim diminuir o êxodo rural indígena e trazer soluções uma vida melhor nas comunidades.

Para o pensamento ocidental, existe uma grande separação entre natureza e cultura: de um lado, existem coisas e seres que são naturais, dados pela natureza, criados sem a ação de ninguém;  de outro lada, existe todo o que e construído ou modificado pelos homens. Essa visão, os homens estão separados da natureza. O homem tem cultura; os animais, os vegetais e outros indivíduos “da natureza” não tem.

Para a maioria dos não índios, a natureza existe para ser transformada, explorada usada como “recurso” pelos seres humanos. Isso leva a muitos problemas, não só ambientais, mas também sociais. Os não-índios querem explorar os recursos naturais sem lembrar que as pessoas também fazem parte da natureza, e que sua vida depende de outras formas de vida. Quando esgotam os recursos de um ambiente, acabam prejudicando também as  que vivem naquele ambiente.

Já no pensamento dos povos indígenas, não encontramos essa grande separação entre natureza e cultura. Para muitos povos  indígenas, os animais e outros seres da floresta, assim como os seres humanos tem as sua própria culturas. Essa forma de entender o mundo se reflete na maneira como os povos indígenas se relacionam com os demais seres e utilizam os recursos das florestas. As suas preocupações não são só como o aproveitamento dos recursos, mas com manutenção de boa rela coes entre os seres humanos, e os seres da “natureza”. Na verdade essa idéia de uma “natureza         “ separada e completamente diferente e da humanidade parece não fazer nenhum sentido dentro da lógica dos povos indígenas.

O meio-ambiente também é uma categoria cultural. Isso significa que nada povo tem suas próprias idéias sobre os seres que convivem com os humanos no mundo. Todas as formas de classificar e entender o mundo, dos índios e do não-indio, são sempre construídas em contextos sócio-culturais específicos. Não podemos dizer que uma forma de conhecimento seja melhor ou mais o verdadeira do que a outra.

Um exemplo das diferenças entre o pensamento indígena e o pensamento ocidental pode ser dado pelo discurso de proteção à natureza e ao meio-ambiente. Muitos não-indios acham estranho que grupos indigenas pratiquem formas de caça, pesca e utilização de áreas e florestais que Parecem contrarias à preservação ambiental. Não existe um discurso “proteção” da natureza entre as populações indigenas, porque entre elas nunca houve uma separação entre o homem e o resto do mundo como aquela que tornou possível uma exploração sem limites dos recursos ambientais pelos não-indios. É impossível encontrarmos palavras especificas em língua indigenas para idéias como ecologia, recursos naturais, proteção ambiental. Os povos indígenas têm outras formas de entender o mundo e, por isso, tem outras formas de se relacionar com o que os não-indio chamam de “recursos naturais”. Porem, as formas indígenas de organizar o conhecimento são ainda pouco conhecidas, pouco valorizadas e pouco respeitadas.

Será que os conhecimentos produzidos pelos povos indígenas são uma forma simples de “ciência”? Será que conhecimentos produzidos pelos cientistas é uma forma de conhecimentos mais “evoluída” mais desenvolvida, mais completa e mais verdadeira, do que os conhecimentos dos grupos indígenas?

A maioria dos não- índio acredita que os saberes dos povos indígenas sobre o meio-ambiente são pré-científicos. Essas pessoas sabem que os índios conhecem muito bem os animais e vegetais de suas regiões, melhor do que muito zoólogo ou botânico. Mas sabem também que as explicações dadas pelos povos indígenas para aquilo que observam no meio-ambiente são muito diferente explicações cientificas.

Essa diferença entre as explicações indígenas e as explicações deveria ser vista como resultado de preocupações e formas de pensar distintas. Mas, infelizmente, a maioria dos não-indio entende que diferentes jeitos de pensar são resultado de uma inferioridade na capacidade entendimento dos grupos que pensam de outra forma. Para essas pessoas, as explicações cientificam são as únicas verdadeiras e todas as demais explicações são tentativas que não deram certo de chegar ao conhecimento cientifico.

Na verdade, sabemos que existem vários tipos de conhecimento e vários caminhos para a construção de sistemas de conhecimento. É importante percebermos que existem diferentes formas de conhecer o mundo e que nenhuma delas é única correta. Todas as formas de conhecimento culturalmente construídas, ou sejas, estão relacionadas com as experiências históricas de cada povo, as regiões onde vivem e suas formas de se organizar.

  Cultura do povo do Içana

De acordo com a cultura dos povos da região do rio Içana, segundo os mais velhos  conhecedores de histórias afirmam que, estimadamente era de mil novecentos e cinqüenta e dois, ainda foram praticando a sua tradição de acordo com seu costume valorizando sua dança tradicional. Depois de alguns anos, chegava uma missionária chamada Soffia, da religião Batista, que trazia crença, que os povos começaram a praticar e  começavam desvalorizando o seu dança tradicional, esse tempo houve a alteração de cultura dos povos indígenas do Içana. Mas não que dizer que todos deixaram esvanecer esse conhecimento, alguns continua nesse modo de viver nas suas comunidades.

Entre,  mil novecentos e cinqüenta e oito à mil novecentos e noventa e dois, quando vários invasores da terra indígenas começaram invadir os próprio povos da região, até então,  outros povos volveram a valorizar a sua próprio cultura, para defender que realmente conheçam a sua costume e para que  possam lutar contra os que chamamos hoje em dia não-índio,  mas não  praticamente como era ante é de vezes em quando, quando for necessário de representar, isso é exclusivamente para não deixar desaparecer os seus conhecimentos tradicional.

 Atualmente quase todas os povos indígenas  do Içana continuam na religião batista, praticada na igreja em cada domingo e quarta-feira, mas vivendo suas: roças caças, pescas e  oferecem xibé ou quinhampira(comida tradicional) para os visitantes ou próprio parentes que aparecem.  todo  amanher  do dia, cada um se  define seu destino de trabalho, homens saem para pescar e as mulheres para roças, comumente homem saem tambem para ajudar sua esposa no trabalho mais pesada.

na escola pamaali, os professores desenvolvem vários áreas de conhecimentos como : matemática, geografía, ciência,lingua portugusa, e história.  Além disso vem  partes mais fundamental de ensinar os alunos na áreas tecnica : piscicultura, meliponicultura, avicultura, agronomía e SAFs(sistema agroflerestal sustentáveis) e informática basica para ensino fundamental e avançado para ensino médio, E ainda valoriza custume e crenças. O que mais desenvolve nesnta escola é prática, depois vem a teuría. com isso tornamos de considerar como uma escola profisionalizante, não comuns como as outras escolas.

por quê isso? que vários ex-estudante que já se formaram nesta escola tornaram à uma personagem da região, ou tornaram ser professor na nas outras escolas lecionandos os alunos através do conhecimentos adquirido na EIBC-PAMAALI.Q uase 80 ex-estudante que já trabalham e alguns coordenando as escola de 3ª à 4ª ciclo de ensino.

Que a missão dessa escola é desenvolver a formação do cidaão baniwa coripaco com a metodologia de ensino pesquisa participativo, com a base nos principio nos valores inter-culturais para serem protagonista no desenvolvimento de sua comunidade e na  custrução educação escolar indigena. E ainda formar cidadão baniwa e coripaco voltadas a responsabilidades dos trabalhos na comunidade  capaz  de promover ações de suas sustentabilidade, respeitando seu primcipios e valores socio-cultural.

 

Chamo–me Agnaldo Braga dos santos, residente da comunidade Bela-Vista, que esta localizada na margem esquerda do rio içana, tenho 22 anos de idade, nascido em 25 de novembro de 1988, na comunidade louro-poço no rio Ayari, na noroeste do estado do amazonas, município de São Gabriel da Cachoeira, pertence na etnia Baniwa. Sou ex-estudante da escola EIBC-pamáali, onde conclui o meu estudo de 5ª a 8ª serie do ensino fundamental completo. Atualmente  continua estudando na mesmo local, mas já é outro nome da escola( escola estadual “centro de pesquisa e desenvolvimento kaalikattadapa- SEPDEK” ) dando continuidade do meu estudo no ensino médio. por tanto, tenho opurtonidade de criar o meu bolg, onde será apresentado vários assuntos. Desde já espero inumeras pessoas visitam o meu blog e  que os leitores gotem.

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